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Dados, LGPD e exclusão

Conversa de paciente com clínica é dado pessoal sensível pela LGPD. Isso muda o que se pode coletar, quem pode acessar e por quanto tempo fica guardado.

O que a Avie guarda

As mensagens trocadas no WhatsApp da clínica, a ficha do paciente montada a partir dessas conversas (nome, contato, modalidade, histórico de agendamentos) e o registro de como cada resposta foi construída. Cada clínica tem o próprio banco de dados: uma clínica nunca vê a conversa de outra.

Quem acessa

Apenas os usuários que a clínica cadastra no portal. O acesso é por login individual, e cada envio manual fica registrado com o autor.

O princípio de coleta

A Avie pede o mínimo necessário para agendar: quem é o paciente, contato, e o que a clínica definiu como cadastro obrigatório. Ela não pede dado clínico que não precisa, e não insiste em informação sensível para “qualificar” o contato.

Áudio, imagem e documento

Áudios enviados pelo paciente são transcritos para que a conversa possa continuar. Imagens e documentos ficam anexados à ficha. Nada disso é usado para outra finalidade que não o atendimento daquela clínica.

Exclusão

O pedido de exclusão de dados de um paciente pode ser feito pela clínica a qualquer momento, e o procedimento público está em exclusão de dados. A política de privacidade descreve as bases legais e os prazos.

Sobre modelos de IA

As conversas são processadas por modelos de linguagem para gerar a resposta. A Avie não publica, não vende e não compartilha conteúdo de conversa de paciente para finalidade comercial de terceiros.

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